O som que se traduz em ti.
Estás nas margens desta aurora,
respiras a foz de um rio.
e sabes a melancia fresca.
A infância que percorre teus cabelos
Não dizem nada de ti
É apenas a ânsia de mar
Que chega à foz e se desfaz
Em broa e em solstício
De inverno.
Esta neve sem neve
que traz apenas cinzento
e se transforma num jumento
multicolor, multiforma, multimédia.
Meios sobre meios sobre melancias,
tragam o fundo da alma e
as lágrimas cristalizam a glória
de um buraco sem fundo,
que teimamos alcançar.
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