30.1.08

Frederic Back

Duas obras do grande Frederic Back, representante maior da causa ecológica
ver aqui



'Crac'

Podiamos tirar daqui umas imagens para as danças...ou mesmo uns clips... ;)



O homem que plantava árvores - baseado na obra homónima de Jean Giono - O filme de animação mais bonito de sempre :)

Dedicado a uma certa pessoa que não os viu devido a circunstâncias misteriosas...e altamente improváveis ;)

*

Diamond day




Não consigo que esta música me saia da cabeça.......socoroooooooooooooooooo!!!!!

A parte do lalala é especialmente persistente...dou comigo a cantá-la nos momentos mais comprometedores...;)

É o que dá chegar atrasado ao 1º aniversário de certos blogs... ;)

Parabéns Ms. Lemon *

E, já agora, qual o tratamento para a minha condição???

24.1.08

Powers of 1






from: http://xkcd.com/271/

:)

não sei porquê mas isto faz-me lembrar o Charlie Brown...

vá, volta para o estudo...

pois :\

dream is destiny (isto tem MESMO muito que se lhe diga)

Este filme/animação é extremamente inspirado...e denso, carregado de simbolismo...cada vez que o vejo percebo coisas novas, que parecia não estarem lá antes...
E atenção para quem não viu: o antes do amanhecer/anoitecer tbém cá está...literalmente. ;)





Richard Lintaker - Waking Life


curioso, isto das cores...só associei agora.

Mistery Girl




Este é provavelmente o momento mais simples e breve do filme...e é aquela cena que me parte todo. Será que ela aparece novamente? Parece-me que a vi, um dia, mas depois deixou de aparecer... :)


'Alien' Scene




Ui, o que se podia falar sobre esta cena...e então sobre as outras...!
Viram como trocaram informação? ;)
'Not just eternity, but infinity' :)

Tango




Como não podia deixar de ser, o périplo pelo filme não podia acabar sem uma dança com música à altura. Dá vontade de aprender o Tango...ou melhor...de introduzir novos passos na mazurka (de lisboa, como dizem) ;) :D mmm, isto faz-me lembrar 'a' jazzurca....mmmm :) azur não é?

Meter algo mais seria estragar...fico por aqui.

23.1.08

Otto, el piloto

Que mensagem escreveu otto? ;)



Los Amantes del Circulo Polar - Júlio Medem

fragmentos...

(...)
Ao menos gostava de ter ido ver as estrelas contigo, nas férias só nós os dois na tua casa longe de tudo e de todos e atirar-te para a erva selvagem crescida, molhada pelo orvalho beijar-te lentamente na tua orelha esquerda, no pescoço, na boca assim ao de leve, desabotoar-te a camisa um botão de cada vez são tão rabujentos os botões se os tentamos tirar todos de uma vez!...
(...)

Os comentários digo-os baixinho para mim. Desta vez.

não sei o que dizer.

como não sei o q dizer há quem o diga por mim.

E hoje não digo mais nada...


Não sei como dizer-te que a minha voz te procura
e a atenção começa a florir quando sucede a noite esplêndida e vasta
Não sei o que dizer quando longamente teus pulsos se enchem de um brilho precioso
e estremeces como um pensamento chegado
Quando iniciado o campo, o centeio imaturo ondula tocado pelo pressentir um tempo distante
e na terra crescida os homens entoam a vindima.
eu não sei como dizer-te que, cem ideias, dentro de mim te procuram.
Quando as folhas da melancolia arrefecem com astros ao lado do espaço
e o coração é uma semente inventada
em seu escuro fundo e em seu turbilhão de um dia
tu arrebates os caminhos da minha solidão
como se toda a casa ardesse pousada na noite
e então não sei o que dizer
junto à taça de pedra do teu tão jovem silêncio
quando as crianças acordam nas luas espantadas
que às vezes se despenham no meio do tempo
não sei como dizer-te que a pureza, dentro de mim, te procura.
Durante a primavera inteira, aprendo os trevos, a água sobrenatural, o leve e abstracto correr do espaço
e penso que vou dizer algo cheio de razão
mas quando a sombra cai da curva sôfrega dos meus lábios
Sinto que me faltam um girassol, uma pedra, uma ave, qualquer coisa extraordinária.
porque não sei como dizer-te, sem milagres, que dentro de mim
é o sol, o fruto, a criança, a água, o deus, o leite, a mãe, o amor,
que te procuram

Herberto Helder

Dedicado ao mundo de pessoas que lê Herberto Helder à espera do comboio...na paragem de autocarro...

pela pele fora ondulam anémonas.

E por dentro alcachofras. Salgadas.

Está tudo demasiado salgado, só se sente o sal. O sal e a sede.

Adiante.

22.1.08

Para as cores que salpicaram aqui e ali este blog ;)

Não querem vir colorir um pouco as noites de terça feira no mercado negro?

Não é que falte cor e intensidade ao nosso negro mas...queremos cá todas as cores!

Vejam aqui um pouco do nosso colorido... :)





p.s. - o azul está a ficar cada vez mais para o violeta...é assim uma mistura ainda indefinida! vamos ver o q isto dá ;)
e não se riam (muito) com o vídeo :D ...nós e as nossas maluquices! :)

**

21.1.08

o estaleiro

Ainda em construção,

é mais o despejar e a catarse, a limpeza, um assentar os solos para algo outro...

Ainda não aberto, mas não fechado, entreaberto talvez, mas não muito.

Mais uns dias, uma semana quem sabe? Quem mais saberá? Por tempo indeterminado.

Entretanto continua o desenterrar e o descarregar num sitio outro.

Aquele ali além, inacabado.

Até subir o monte, o morro, o outro lado.
Dedicado a uma certa pessoa... ;)

Será que és como eu? Assim ficamos os dois na mesma :X

E quando é preciso trabalhar é quando mais apetece...não dizer o que se sente, nem ousar sequer falar, pois já te disse o que sinto, numa dança mais ardente ;) Oh, fogo que arde sem se ver, oh contentamento descontente, não vez que te estou a amar, embora não te ame, realmente...? Os meus olhos nos teus te cantam, uma música de embalar, depois da próxima dança, hei-de o dizer sem o contar!


O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há-de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer

Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!

Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...


(FP - aquele tal do comboio descendente...)

19.1.08

O outro lado é mais bonito?

é complicado entender isto...são misturas aleatórias entre coisas da minha vida na altura e uma peça de teatro que fui ver por esta altura do grupo de teatro do IST em Lisboa.

...mas é daqui que vem 'o outro lado' :)

08-04-2002 23:18

Acabei de vir do teatre du crepuscule ou whatever that means i do not know i just wanna write some stuff, something sweet caothic stuff, apenas memórias de porcos voadores e coelhos que servem para bater e bater e bater nas mamãs do ultramar, como é que me hei-de lembrar do que me disseram sempre para esquecer, arrumar dentro das gavetas da memória naquele sítio onde tudo se esconde tudo permanece, não desaparece assim pela cascata neuronal fora não, estas são daquelas que ficam e retraem todo o músculo cerebral como uma esponja líquida. A peça foi bastante razoável, voces estão aí em cima nós estamos dentro do poço o que querem agora, não me chateiem, estamos a treinar-nos na arte do afogamento afinal não foram voces que nos atiraram aqui para baixo?

Estou sozinho dentro de quatro paredes brancas ou beje ponteadas aqui e ali por manchas escuras de humidade e de sujo entranhado, sem estar beliscado nas faces de alguém que passou e não reparou que deixou um recado para mim. A vida é feita de cores informes, que por vezes se misturam. Antítese de infinitos arco íris que voam por esse céu fora. Tenho aqui o papel não não é papal como escrevi um nanossegundo antes é papel daquele todo impresso em preto com algumas manchas brancas para disfarçar. E além disso espera por mim no fundo do poço porque eu vou ter aí contigo abaixo, não, não te vou buscar, está fora de questão, eu quero-te amar, não quero morrer, mas vou morrer quando te for buscar aí abaixo, porque não te vou buscar, vou aí ter contigo, quando fizer 24 anos, vou aí ter contigo, e nunca mais vou ficar sozinho, espera, além disso como pudeste partir sem aviso, sem dizeres nada, como? Queria escrever livremente sobre este texto ao fundo do poço encontra-se o tesouro há muito perdido, encontro-me comigo, bem lá no fundo deste poço profundo de mim. O que temos aqui virando a página 4 cabeças rolam por entre as águas desta miragem sem nome nem paragem neste ar de ilusões e de nuvens azul por trás memórias. Podiamos realmente estar na palestina com 5000 calhaus na mau a atirar aos colhões daquele cabrão ali, todo aperaltado com o seu capacete, a sua m16 ou 15,5 tanto faz, o seu colete salva vidas, salva a dele porque a dos outros estão na ponta da sua m m de morte m de militar m de merda, estamos atolados nesta merda, vale de merda que plana sobre mim, e me transforma para sempre em algo que nunca mais vão esquecer para todo o sempre, estátuas de sal, transformam-se em estátuas de sal, cegueira eterna que a história transpira e traz até nós sob a forma de guerra e esferovite e espuma e nada. Apenas uma granada explode em belém por dentro das centenas de pessoas enjauladas, acossadas dentro de uma marmita ao por do sol cremadas...gostei da arena, gostei do silêncio gostei do barulho do mar ao longe quando gemias pela praia fora, trotavas por mim adentro como se fossemos apenas ar e escuro e movimento e murmúrio das águas que atravessam os nossos corpos estendidos à beira mar poente gente que respira, transpira sobre nós sobre as nozes de marfim que se espalham pelo horizonte e se transformam em bisontes alados de ontem. Tantos! Tantos milhões dizimados para dizimar as raças livres de homens que resisitiam e acordavam e eram traidos tratado após tratado tudo era traçado para falhar e para matar, uivos ainda oiço os uivos da extinção da perda do desespero do fim. Mas estás aí. Espera. Além disso tenho a minha varinha magica, não preciso de um dois três e meio muito menos azes para atrapalhar na minha senda, até ao fim do fundo até ao fundo de mim ao fundo de mar, ao fundo de ti. Do outro lado é mais bonito? Espero que saiba a iogurte. De morango. Ou a doce de framboesa sem açucar.

E aqui está algo q procurava há muito tempo...

...mas como desejo que sejam sempre verdadeiras, não sei como romper as que são falsas...

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“Parece-me que toda a minha criação é um esforço para tecer uma teia de relações com o mundo; teço-a continuamente porque uma vez ela foi rasgada. Mas como desejo que as teias sejam sempre verdadeiras; não sei como romper as que são falsas.”


(Anäis Nin – Diário vol. III)

do outro lado...do rio

Por vezes sinto-me assim...e tu? ;)

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Do outro lado do rio
Cada voz é um poema
Faz o barqueiro um desvio
Vai e vem rema que rema
Ao outro lado do Rio

Todo o sol, a névoa, a noite
Me condensa esta saudade
Nada impede que me foite
E resguarde sem verdade
Ao outro lado, pela noite

Surgem estrelas nas mágoas
Nas mágoas do meu desterro
Atravessar estas águas
E reparar o meu erro
O meu erro e suas máguas

Do outro lado do rio
Que imenso reino para mim
Aqui tenho fome e frio
Aqui para onde vim
Do outro lado do rio

Guardo o sol na minha mão
Fechado que mais não tenho
Os meus sonhos onde irão?
Sendo eu aqui um estranho
Um sol fechado na mão

Fernanda Botelho

18.1.08

http://noonebelongsheremorethanyou.com/

Simplesmente adoro esta mulher :)

Inspira-me que é uma coisa parva...

http://noonebelongsheremorethanyou.com/

Obviamente, irei postar mais umas coisas dela...

A página dela:

http://mirandajuly.com/

Para entrar é preciso a pass ;) Mas ninguém a sabe...é preciso adivinhar... :)

Enjoy ;)

Deux versions...entrelacées...comme nous autres? ;) dans mes rèves peut etre...excusé moi mon francais macarronique :P

Fica tão estranho assim entrelaçado...em breve ponho a música...

Parece um eco...de duas pessoas que estão tão próximas que nem se conseguem ver uma à outra...e no entanto, ouvem o que parece ser o seu eco...quando não o é.

Iceberg – 2 versões – escolhe a que mais gostares – CD Nous Autres – Fred Frith/René Lussier – Musique: René Lussier/ Paroles: Geneviève Letarte

je ne compte plus les heures

I’m not counting the hours

les secondes les années

the seconds the years any more

je me fous du temps qui passe

I don’t care about

time passing by any more

ça coule sous ma peau

it’s simply running under my skin

ça s’ouvre comme une orange

it’s opening out like an orange

ça m’éclabousse le bout des pieds

it’s splattering my feet

nous sommes au Carrefour

we are at the crossroads

c’est gros comme une épingle

it’s no bigger than a pinhead

l’iceberg sur quoi nous sommes perches

the iceberg from where we

pour contempler la fin du monde

gaze at the end of the world

moi je crois qu’on en a encore

i believe we’re here for a while yet

pour longtemps moi ce que je veux

c’est que la beauté

and what i want is beauty

ne soit plus un péché

not being a sin any more

il fait si chaud dans la jungle

it is so hot in the jungle of

des choses qui n’existent pas

things that don’t exist

tout est trop dehors

everything is too outside

trop à côté

too near

trop fuyant

too fleeing

j’ai rendez-vous avec toi

I want to meet you skin to skin

pour l’amour peau contre peau

you and me lovers

l’un et l’autre amants initiés

amants initiés

initiated

on s’aimera comme des voyageurs

you and me making love like travellers

ll faut me secouer si j’ai peur

shake me if I’m scared

me réveiller si je baille

wake me if I’m bored

me tallonner si j’abandonne

hound me if i abandon

c’est comme ça qu’on brise les frontières

so that the frontiers can be broken

qu’on fait bouger les continents

and the continents will move

la vie la mort se dévorent

life and death devour each other

en nous confiant leurs secrets

while telling us their secrets

il faut tout leur donner

you must give them all of your

la confiance et l’imagination

confidence and imagination

ta si belle chevaline

your neck your heart

ton cou ton cul ton cœur tes mains

your ass your soul

j’ai rendez-vous avec l’histoire

I have a date with history

pour retrouver la ferveur

to regain fervour

rendez-vous avec vous

a date with you to defuse

pour désamorcer la peur la guerre la fatigue

fear war tiredness

et la machinalité qui tue

and banality that kills

ne perds pas ça tous ces bijoux

don’t lose all those jewels

que tu as là inside

you’ve got there inside

ta matière grise c’est le non dit

your grey matter

de l’état du monde et des choses

the unspoken part of the world

ton génie c’est la vie

your genius which is nothing but

qui ose aimer

life daring to love

d’ombre et de lumière

both light and darkness

de sang et de boue

mud and blood

de calme et de chaos

quietness and chaos

tout te manque quand tu n’es pas là

don’t you know you’re missing everything

when you’re not there

cartas de amor...escrevo-te eu tantas...(ou escrevia...)

Coisas antigas...rememorações, estímulos tardios, talvez um dia volte a escrever cartas de amor, mesmo que sejam de despedida ;) Mais um paradoxo...



9/29/2002 1:05 AM

Os amantes do círculo polar,

Fazes-me lembrar

A ana, o olhar, as coincidências

Que se entrelaçam por todo o universo

Que nós nos esforçamos por inventar

Onde estás agora

Tão perto daqui, tão longe de mim

Não sei o que te escrever

Pois o que sinto é

Indescritível e indiscutivelmente

Real, poderoso, perigoso

Terei medo?

Não sei se

me vou ou fico aqui à espera

por ti

por dentro ardem os espinhos de outrora

à espera de uma demora

dentro do planisfério interior

por dentro afogo-me em tempos diferentes

memórias latentes ansiosas por um afagar

diferente dos das máquinas humanas fragmentadas

em multiplexes infinitos que se acercam de uma verdade

reprocessada e cortada aos pedaços, 35mm a secção

selecção forçada de fantasias e falsificações de alta qualidade em fundo preto

talvez não devesse ter ido assim tão embora

tentei falar contigo antes

mas não consegui

não foi por tua causa

mas eras a minha última esperança,

desculpa estragar a nossa amizade

mas não consigo mais esperar

a realidade embriaga-me e não posso morrer disto aos poucos ou de uma vez só quem sabe?

Apenas uma gota de água que ecoa pelo universo inteiro

E nos tranforma num estrumeiro

De luz e ouro e pó e nada

Onde se estende a verdade

À espera de ser encontrada

Talvez a envie por correio expresso

Até aí, onde está a tua morada digital.

Talvez a envie, quando a encontrar.

Tenho tanto medo de nunca mais sentir o teu olhar dentro de mim...

Que me transformo num fragmento de marfim

E me desfaço aos poucos por entre a solidão permanente, premente, impertinente, presente.

Sempre tão presente, no passado e no agora, tão agora

Adeus

expressões...

ao menos, se não nos conseguimos exprimir de uma forma mais directa, naquele momento de maior aperto, especialmente naqueles momentos em que temos que fazer tudo e mais alguma coisa, quando o que queremos é..., pois é...é estranho mas sinto-me constrangido por escrever num blog, não é fácil...talvez seria melhor escrever primeiro num papel e depois passar para aqui.

Sempre era papel a papel, parede com parede, nódulos com nódulos, eu a folha branca, demasiado branca, demasiado digital. e é sempre a mesma.

Bem, vamos escrevendo coisas dos outros, algo que tenha despertado em mim um sentimento mais profundo ou uma emoção mais forte ou outra coisa qualquer que me tenha retirado daquela tonalidade cinzenta que por vezes a vida adquire aos nossos olhos, apesar de não passar de mera ilusão...mas, no entanto, continua cinzenta! é um paradoxo.

14.1.08

Trouble and desire

-I wish i could be more like you.
-You don't wanna be like me.
-I mean you just get up and go. You take charge of things. You're your own man.
-Ned, i don't even know where i'm going.
-But that's what life's about. The adventure, the not knowing.
-No, it isn't.
-I want adventure.I want romance.
-Ned, there's no such thing as adventure.There's no such thing as romance.
-There's only trouble and desire.
-Trouble and desire?
-That's right, and the funny thing is when you desire something you immediately get in trouble
and when you're in trouble, you don't desire anything at all.

Simple Men - Hal hartley (1992)

Início hesitante

Por vezes temos tanto tanto tanto para exprimir e não sabemos como nem onde nem porquê nem nada...

...e acabamos por ficar na mesma, ou seja, calados.

Para nossa infinita tristeza.