A tua ausência impregna estas paredes
que não existem.
Volta a vontade de escrever,
e com ela a ausência.
Ou será ao contrário, talvez.
E é tudo tão disperso ainda.
Nada sossega, aquieta, medra.
Está tudo no ar, em suspensão.
É preciso que caia, que assente, que encaixe.
Aqui nada encaixa. Por ora.
Espero assim outra aurora.
Que a tragas tu, portanto.
Embora tragar de manhã é violento,
e faz mal à barriga.
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