Tudo está inquieto hoje.
Não há sombra que nos proteja
deste sol-de-noite.
As amuradas crescem de ideias
e morrem com o vento.
Sinto a tua falta,
mas não sei quem és.
És fragmentos.
Estou inquieto.
Não te encontro, não me encontras.
E tudo o resto é demasiado fugaz,
impermanente, célere, invisível.
Demasiado invisível para ser sentido,
tocado, apertado.
As tuas asas cheiram a enxofre.
E ameaçam queimar.
Tenho saudades do que não conheço.
E fico inquieto.
*
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