Surgiste inesperadamente de dentro da noite.
A princípio confundi-te com alguém conhecido, depois atrapalhado afastei-me.
Mas tu não.
Ao despedires-te ias-me beijando. Não percebi. Logo.
Na noite seguinte abracei-te e prendeste-me a mão. De mansinho. Tive dúvidas.
Pouco depois deixou de as haver. Apenas te vi no meu regaço, por entre as árvores e as ervas frescas crescidas, ao longe luar e música e dançarinos de pés descalços.
E nós sem tempo nem espaço nem absolutamente nada. Ali apenas. Nós.
Assim te conheci numa noite de andanças várias.
Tudo tão simples que julgava impossível assim ser. Ou acontecer.
E agora, mesmo agora, ainda tenho saudades de te conhecer.
Ficaremos por aqui...?
*
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