Vi-te no escuro da noite. Adormecida.
Saudavas-me do fundo, olhos preto, escuros, maquilhados de negro.
Dançavas um ciclo sádico e masoquista. Contigo própria.
E com a arena o círculo de toda a gente que ninguém vias.
Atacavas quem querias e eras vítima de um opressor desconhecido, simultâneo,
demasiado perto da tua pele, explodiam suores frios.
É tudo tão demasiado sério. Até mesmo com a língua de fora, ninguém segura,
as tuas anémonas.
Está frio e o arrepio que desce é uma lembrança de um tempo,
que nunca existiu.
E a praia espera, um outro pescador, que se ausenta, do mar.
*
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