Espero. Por ti.
Não entendo porque não podemos estar. Assim.
Como se tudo tivesse que ter uma hora marcada.
Ou uma diagonal no tempo que passa.
As curvas estão cansadas de esperar.
Já não há mais dobras no teu vestido.
O das flores.
Até o vento espera o desalento.
De mais uma hora, um minuto, um momento,
de esperar por ti que apareças,
neste, naquele, ou em qualquer outro lugar.
A lua aproxima-se e lamenta
O entardecer da tarde apressado
Quanto mais se aproxima o momento
Mais tarde parece estar marcado.
São dias e dias sem esperar
O teu beijo e abraço apressado.
Quanto mais o anseio e desejo
Mais o tempo parece dilatado...
*
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário