Cheira-me a açafrão,
um cheiro de ausências perfumadas,
e algo enjoativas,
que entram pelas janelas fechadas,
e pelas paredes bolorentas.
Passaram 5000 séculos,
desde que nos vimos pela ultima vez
Ainda me lembro do teu sorriso e do teu verso,
A acariciarem-me a pele.
E a deixarem-me eléctrico.
E a queimarem-me por dentro,
transformando-me em fénix,
renascida das minhas próprias cinzas.
Sinto a tua falta.
*
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