Admito. Não estava à espera da surpresa deste 'Quatro Noites com Anna'.
É incrível como o amor pode tender tanto para o infinito quando não sai de nós. Fica preso, cresce para dentro, só nosso. E por isso torna-se tão impossível quanto perfeito e infinito. Tudo em absolutos obcessivos. Tudo em absolutos sacríficos inomináveis. Tudo demasiado excessivo. Tudo que se transforma em nada num bater do coração. Amor diz ele. Ela sai e vai embora. E volta e diz, não venho mais.
Vale a pena. Melhor só mesmo os filmes das outras 'Anas', desta vez espanholas (por sinal do mesmo realizador, Julio Medem, talvez o meu preferido) nos filmes 'Os amantes do círculo polar' e 'Caótica Ana', sendo este último a maior supresa dos últimos tempos. A crítica que se lixe e vá apanhar batatas! :)
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V.
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