Ainda não sei onde vou.
Para onde é totalmente irrelevante.
Talvez para marraquexe.
Onde existem escravas e escraveiros magrebinos,
à espera de serem aprisionados, pois,
todos o desejam secretamente ser,
embora nunca o confessem, viver,
em clausura onde tudo é mais simples,
do que tomar decisões banais,
com significado aparente.
*
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