São as açucenas bravias. De ti.
A implorarem pelo campo.
A cevada cresce madura
No teu peito.
As saudades imploram presença
Do teu espírito em mim.
Esta ausência perfumada
embriaga-me.
O que está neste quarto,
eu não compreendo.
Apenas sinto o vazio de ti.
E entram guardas de rompante
E levam o imcompreensível
Para longe.
Nem as paredes se erguem mais.
Fica tudo nu mas sem ser nu.
Apenas transborda para a indiferença,
deste lugar frio.
*
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