Espero por ti apressado.
Não sei se chegarás. Podes ter adormecido.
Neste café agitado.
Estás aqui sem estar aqui.
Já não te sinto. Não sinto nada.
Não existo, apenas escrevo
Palavras sem significado.
Restou apenas a sintaxe,
do que poderia ter sido,
o que nunca foi.
Estamos apenas à deriva,
em sentidos extremos,
amalgamas de significância
Que se torna aprenas uma
fragrância de sonho e
de pó e de nada.
Vens a caminho.
Mas não te sinto.
Apenas as conversas apresadas,
de um fim de semana que tarda
preenchem a atmosfera desta madrugada.
*
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